Porque existem poucos terremotos de maiores magnitudes no Brasil?

Existem vários terremotos no Brasil, mas são em sua imensa maioria imperceptíveis, a não ser pelos sismógrafos.

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A minha explicação é bem controversa ao que explicam, pois a convencional é dada pela existência de placas tectônicas no planeta, teoria a qual eu não creio e tenho fortes argumentos contra.

Temos terremotos provocados por liberação da pressão interna: ascensão de fluidos quentes do interior da terra.
Eclodem em forma de vulcões, como no Hawaii, na cadeia mesoatlântica, Kilimanjaro etc.
E temos um outro grupo, por pressões externas, ou forças de marés, que são as que tenho acompanhado.
Em ambos os casos, o ingresso de água favorece, aumentando a pressão ou diluindo o subsolo sedimentar.

Todos os dias, duas vezes ao dia, o planeta é estressado pelas forças de marés.
No ponto da força resultante das marés (Lua, Sol, Júpiter etc), deve formar-se um bico no planeta, conferindo uma forma “ovoide” ao geoide.
Isso estressa a crosta na região do plano da eclíptica.
Por isso essa região, intertropical, possui alterito mais profundo.(Esse alterito é rocha esfarelada, que vira “solo” quando é região de água e vida, mas fica inerte onde nunca chove, como o interior da Austrália.)

A maré sozinha não provoca terremoto.
O terremoto é o desabamento (colapso, movimento de massa) em subsolo.
A maré auxilia o desabamento, como a chuva faz nos barrancos, a água auxilia no desabamento, a maré deve ser o gatilho mais habitual.

A água ingressa em subsolo por falhas geológicas.
Onde estão as grande falhas?
Nas cadeias mesooceânicas – mas estas são afetadas por pressão interna, vulcânica.
No entorno do Pacífico (“cinturão de fogo”), no rift africano, na península italiana.
Não temos grandes falhas no leste da América do Sul.
Os terremotos se limitam ao ingresso de água em subsolo, geralmente por depósitos de água e furos antrópicos.
Assim o temos em Varginha, Itu, Ceará.
Temos tremores frequentes no leito do rio Amazonas, pelos desabamentos de escavações do próprio rio.
Em geral, a crosta no Brasil é antiga, grossa, e com poucas falhas geológicas.

Para configurarmos as placas, precisamos criar limites para essas placas.
Na década de 1960, mapeando o fundo oceânico para detecção de submarinos atômicos soviéticos, os americanos encontraram algumas feições (cadeias e fossas oceânicas) que, unidas por pontilhados nos mapas, deveriam configurar as tais placas da teoria que se criou.
Depois de 60 anos de pesquisas (centenas ou milhares de buscas), alguns limites de placas nunca foram encontrados.
Isso mais do que prova que as placas não existem.

Existem cadeias mesooceânicas? Sim.
Existem fossas oceânicas? Sim.
Existem placas? Não, pois não existem falhas geológicas que liguem essas outras feições.

Por que a teoria de placas segue sendo mantida?
Bem, as pessoas se sentem confortáveis crendo em algo.
Big Bang, placas tectônicas, petróleo orgânico, deuses, políticos, professores.
Quais crenças são verdades?
Não sei quanto ao resto, nas no Big Bang eu compreendo e tem fundamento cientifico, mas as placas tectônicas são um grande castelo de cartas que pode desabar a qualquer momento.
Por que essa teoria resiste?
É fácil de ensinar.
Não afeta o trabalho da imensa maioria dos cientistas, mas pode ser usado como resposta à maioria dos problemas que eles não sabem responder.
E não se tem outra para colocar no lugar dela.

Eu tenho.

É muito raro os grandes terremotos no Brasil, na costa leste norte-americana, na Austrália, Antártida, África.
São crostas grossas, antigas, estáveis, quase sem falhas geológicas.
Os terremotos vão privilegiar as regiões com falhas e fissuras, pois na natureza é sempre válida a lei do menor esforço.

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