CFCs de origem vulcânicas!

Então, o que falar sobre isso? Existem “pesquisadores” que tentam esconder esse fato, mas nem sempre se consegue esconder a verdade!

A origem de Halocarbonos vulcânica já é conhecida desde a década de 1990, mas interesses econômicos, ajudam a esconder essa verdade e dizer que os gases CFCs, vão destruir a tal camada de ozônio, uma coisa que nem existe, além do fato de que são moléculas mais densas que ar, a concentração de CFCs perto da concentração de Oxigênio molecular, não tem a menor influência da formação do ozônio.

Agora, o “fato” que os CFCs são estritamentes antropogênicos, é uma MENTIRA, já que já foram até encontrado bactérias terrestres e marinhas e outras formas de vida que consomem esses tipos de gases, ou seja, será que as bactérias evoluiriam assim tão rápido para consumir os CFCs antrópicos? Claro que não!

Como se constata, os processos vulcânicos da erupção do Monte Pinatubo, foram libertadas entre 15 e 25 mil toneladas de bromo, o qual na forma de bromocarbonos como observadas em outras localizações e na presença de grandes quantidades de HCl e HF, irá sofrer uma reação de substituição para produzir CFC suficiente para ter um efeito prolongado.
O impacto desta foi observada na sequência da erupção do Pinatubo, com aumentos substanciais na ClO, como halocarbonos, é inevitável que estes se recombinam com halogênios mais reativas dos ácidos vulcanogênicos abundantes, como o HCl e HF para formar CFCs, HI, e HBr.

Apesar das numerosas afirmações errôneas acadêmicas, CFCs são produtos químicos naturais e são um componente significativo de vulcanismo ativo. CFCs vulcânicos são emitidos na presença de compostos que aumentam o tempo de residência de halogéneos vulcânicos.

Agora, depois dessa, admitindo que os CFCs destruissem o ozônio, coisa que sabemos que é mentira, será que os CFCs produzidos pelo homem, iriam se comparar a uma força colossal da natureza como os vulcões? Acho que não!

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  1. A Antártida possui elevados vulcões ativos, ejetando CFC a 4 km de altura, numa região onde as camadas atmosféricas estão abaixo de 50% de suas altitudes nas regiões tropicais. A Antártida não recebe insolação no inverno, mas os vulcões continuam ejetando CFC. É natural que, na primavera, seja constatada uma depleção na concentração de ozônio dali. Isso acontece todos os anos, há milhões de anos.

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