A CRIMINALIZAÇÃO DO PETRÓLEO OU A ESPERTEZA DE CERTOS GRUPOS?

Por Prof. Igor Maquieira.

Mais uma vez venho através deste meio relatar o que certos Doutores estão fazendo com a ciência na área ambiental, particularmente na área de mudanças climáticas.
Estamos em 2017 e as atrocidades não param de ser divulgadas. Pois é meus caros amigos; tudo que se faz hoje em dia causa mudanças climáticas ou aquecimento global. Porém na verdade, é a historinha do conto do vigário que está sendo contada por estes doutores e não uma verdade absoluta como tenta passar certos setores da mídia e seus cúmplices.
Vejamos o caso da ONG, que apoia a hora do planeta e que divulgou que o recorde de frio no Hemisfério Norte é por causa do AGA (Aquecimento Global Antropogênico).
Difícil acreditar nesta insanidade donde o aquecimento vai gerar mais ondas de frio intensas e ao mesmo tempo secas violentas. Você deve estar pensando e se perguntando: mas isso faz sentindo?
Bom, para os arautos do clima e Doutores que divulgam estas pesquisas, é claro que sim. Mas para mim ou para você que é professor da área e trabalha com dados sérios, talvez não. E você está certo!
Vivemos um ápice de informações e publicações, donde o AGA e o ser humano é culpado de tudo. Ok. Não podemos negar os impactos ambientais, mas não é por ai que o Clima da Terra funciona.
A ONG alega um forte derretimento de gelo no Ártico que gerou as correntes responsáveis pelo recorde de temperaturas negativas, queda de neve e as mortes provocadas pelo fenômeno. Mas, como sempre a ONG e os Doutores esqueceram de divulgar que o gelo no Ártico estava normal como demonstram os sites http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/IMAGES/recent365.anom.region.1.html; http://www.summitcamp.org/status/webcam/;  http://ocean.dmi.dk/arctic/satellite/index.uk.php. Como vocês podem ver, na realidade tivemos até um acréscimo de gelo e não um decréscimo. Mas eles estão sempre alertas a regiões do Ártico ou da Antártida que sofrem o tal “descongelamento”, principalmente quando atinge o verão. Para piorar, como pode o planeta estar aquecido como os Doutores afirmam e gerar tantas ondas de frio? Realmente a física básica não tem como explicar isso. Porém, nossos Doutores tem. E tudo num passo de mágica!
Mas a minha crítica mais pesada vai mesmo para a divulgação recentemente de ônibus movido a energia solar. Já começa por ai, que na realidade ele é movido por 154 baterias de lítio. São as baterias que devidamente carregadas conseguem deslocar esse veículo de algumas toneladas. Segundo as informações publicadas, ele consegue rodar até 200 km com 3h de carga de bateria. Até ai, tudo ok? Infelizmente NÃO!
Ônibus é a minha praia. O colega Thiago Maia sabe disto. Estima-se que o Estado do Rio de Janeiro tem em média um pouco mais de 9000 veículos deste porte. Se formos colocar 9000 (para gerar uma conta certinha), teríamos que ter 1.386.000 baterias de lítio. Você deve estar pensando e se perguntando: é o mesmo material da bateria do meu celular? Sim!
Pronto. Começa ai a insustentabilidade. Vejam que eu coloquei apenas a frota do Rio de Janeiro como exemplo. Belo impacto ambiental não é mesmo? Desde a extração da matéria prima até a produção destas baterias sabe o que vai se gastar? Não? Eu respondo: petróleo!
Sim, meus caros amigos. E não só para a produção de baterias, mas a produção de painéis solares também. Donde eles são feitos de carbono, vidro e alguns minerais e tem em média uns 30 anos de vida e não são recicláveis! Que sustentável não? E para piorar, a produção de uma placa solar gasta mais energia do que ela vai gerar.
Voltemos aos dados: eles alegam que roda 200 km com 3 h de carga. Mas se eu pegar um trânsito parado? E parado no sol com Ar Condicionado ligado! Ele vai ter a mesma autonomia? Para nós é claro que não, mas para os Doutores do Clima é claro que sim e com uma pitada bem gostosa de salvar o planeta. Eles nem informaram a velocidade máxima do veículo. Basta ser solar que está aprovado.
Outro agravante e bem grave: vamos pensar na frota de uma empresa aqui do Rio de Janeiro que tem 200 ônibus. Vamos precisar de 200 baias para abastecer os mesmos e uma cassetada de placas solares tb. Sustentável não é? Para os Doutores do Clima sim, tudo OK!
E as placas ou painéis solares são sustentáveis mesmo? NÃO! Ops, para os Doutores do Clima sim; mesmo sabendo que não são recicláveis, tem pouca durabilidade, levam o tetracloreto de silício e outras substâncias cancerígenas quando são jogadas fora.
Ah! Olha que interessante pessoal: hoje nós estamos no Bluetec5, o chamado Euro5 que lá fora já é euro6. O que é isso? Simples! Você adiciona ARLA32 (Uréia) e na queima de combustível ocorrem reações que liberam água e Nitrogênio.
Ué professor Igor? Tem necessidade mesmo de se colocar um ônibus solar nas ruas em larga escala? CLARO QUE NÃO! Com a tecnologia presente e atual é praticamente zero de emissões. E não estou falando do CO2 que é um gás não poluente hein, e sim de gases tóxicos que são liberados na queima do Diesel.
Mas então, por que eles insistem neste projeto? Ora meus caros amigos, o financiamento é alto para estes grupos de Doutores do Clima.  Eles vivem disso.
E a energia solar é boa, barata e eficiente? NÃO! Ela é cara, atendendo em grande parte a população mais rica, tem baixa rentabilidade e capacidade de armazenamento se comparado com formas tradicionais de geração e energia elétrica. Ou seja, não serve nem para colocar na sua casa e ainda mata milhares de pássaros, morcegos e insetos que morrem queimados por causa do reflexo dos milhares de espelhos.
E este tipo de energia é tão “bom” que as empresas que mechem com isso estão falindo ou já faliram. Vejamos alguns casos citados com o respectivo link:
E não para por ai meus amigos: Lembram da Siemens? Pois bem, ela não é a única empresa alemã para a qual o negócio de energia solar acabou por ser uma grande dor de cabeça. Numerosos especialistas em energia fotovoltaica estão à beira da falência por causa da concorrência da Ásia, especialmente a China, que estão sendo investigados pelos órgãos reguladores por supostas políticas de dumping de preços.
O problema é que os panéis solares da China falham depois de 2 anos, em média, por defeitos na superfície, e não conseguem chegar aos 25/30 anos que seria a vida útil para ter um retorno econômico dos custo do equipamento.
Segundo a revista Der Spiegel (18/01/2013), apesar de o país europeu já ter investido mais de 100 bilhões de euros em subsídios para as usinas solares, o parque solar alemão – comumente citado como exemplar pelos ambientalistas -, praticamente, não têm gerado eletricidade, pois o final do inverno tem sido marcado por condições meteorológicas bastante desfavoráveis, com tempo nublado por semanas a fio. Para evitar problemas de desabastecimento, o operador do sistema elétrico alemão Tennet recorreu a um plano de emergência, reativando uma usina termelétrica na cidade de Graz, na vizinha Áustria.
Tentando contrabalançar o impacto da enorme ineficiência das usinas solares junto à opinião pública alemã, os lobistas das indústrias de painéis solares têm se esmerado em alardear as exageradíssimas vantagens da modalidade, como a repetida afirmativa de que a capacidade de geração total das usinas solares alemãs equivale ao dobro da capacidade das nucleares do país.
De fato, tomando-se a capacidade instalada, os números são os seguintes (2010): termelétricas: 69 GW; eólicas: 27 GW; nucleares: 20,5 GW; solares: 17 GW; hidrelétricas: 11 GW; outras: 12,5 GW.
Todavia, a geração total real, em 2011, foi de 629 TWh, assim distribuídos: termelétricas: 362 TWh; nucleares: 108 TWh; eólicas: 46,5 TWh; biomassa e resíduos: 43,6 TWh; hidrelétricas: 24,6 TWh; solares: 19 TWh.
Evidentemente, após a extemporânea decisão política da chanceler Angela Merkel, em 2011, de desligar oito dos 17 reatores nucleares do país, após o desastre da usina japonesa de Fukushima, a capacidade instalada nuclear caiu para 12 gigawatts, aumentando ainda mais a desproporção com o parque eólico. Na prática, porém, os sistemas de energia solar só conseguem operar no limite de sua capacidade quando estão expostos a uma quantidade de radiação solar excepcional, com ângulos de incidência dos raios solares ideais e com temperaturas ótimas para a sua operação – ou seja, condições raramente vistas fora dos laboratórios de teste. Em realidade, todas as usinas solares combinadas geram, em média, menos eletricidade do que a produzida por duas usinas nucleares. Além disso, a Sociedade Alemã de Física emitiu recentemente um relatório, no qual atesta que “essencialmente… a energia solar não tem condições de substituir qualquer outra usina a mais”.
Novos números divulgados pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da Renânia-Westfália atestam o fato de que a promoção das renováveis foi um erro. Os especialistas da organização calcularam os custos adicionais impostos aos consumidores alemães após a introdução de mais usinas solares ao sistema elétrico do país, em 2011. Segundo o levantamento, a medida redundou, somente para as usinas inauguradas naquele ano, em um custo total adicional de 18 bilhões de euros em subsídios para os próximos 20 anos – subsídio garantido pela Lei de Energias Renováveis vigente. Graças a esta legislação, “a demanda vem crescendo e crescendo”, afirmou Manuel Frondel, um dos técnicos que elaborou o estudo.
Para Frondel, todavia, os encargos dos subsídios às renováveis, atualmente em 3,59% por kWh a mais na conta de luz dos alemães, podem ser ampliados, em um futuro próximo, para 4,7%. Segundo o especialista, tal ampliação na cobrança representará, para a maioria das famílias alemãs, um custo anual extra de 200 euros. Para o economista Georg Erdmann, membro do grupo de monitoramento da transição energética indicado por Merkel, a expansão da energia solar é uma ameaça ao planejado fechamento definitivo das usinas nucleares do país.
Outra voz crítica com relação à energia solar na Alemanha é a do ministro da Economia, Philipp Rösler, que pretende estabelecer um limite aos subsídios para a energia solar. Segundo a sua proposta, a expansão de tal fonte energética deverá ser, no máximo, de 1.000 MW anuais em todo o país. Outra proposta, apresentada pela Comissão de Monopólios, e que conta com o apoio do Conselho Alemão de Especialistas Econômicos, é ainda mais radical: pretende eliminar todos os subsídios garantidos pela Lei de Energias Renováveis em vigor.
Agravando o quadro das “renováveis” na Alemanha, a indústria de equipamentos relacionados com tais fontes está em franco declínio no país: em 2004, a nação européia era responsável por 69% de toda a produção mundial de painéis solares, número que caiu para 20%, em 2011 e hoje corresponde a menos de 1%.
Pois é meus caros amigos, depois destes dados todos apresentados, você deve estar pensando: eu sou trouxa ou eu foi enganado? Minha conta de energia vai subir ainda mais se implantarmos esta matriz energética? Meu salário vai todo para pagar a conta de energia? A resposta para todas as perguntas é… SIM!
E eu, vou terminando minha crítica por aqui e você caro leitor deve estar duvidando de mim, ou quem sabe, talvez não. Na realidade, você deve estar lembrando de seus áureos tempos, das aulas de ciências, donde se pregava a ciência com C e não uma ciência meio esquisita e legitimada pela mídia, fazendo você crer em produtos “sustentáveis”.
Tenha uma ótima semana. É o que lhe deseja este professor de Biologia e Especialista em Gestão Ambiental que não se curva para os chamados Doutores do Clima e seus amigos que empinam o nariz e usam a Titularidade como arma no debate e não a ciência.  Até Breve…

0 Replies to “A CRIMINALIZAÇÃO DO PETRÓLEO OU A ESPERTEZA DE CERTOS GRUPOS?

  1. Prezados amigos,vocês conseguem refutar a afirmação de que a Costa Rica passou 300 dias de 2017,gerando sua energia somente das “renováveis”?.

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