A origem da videira.

Caros leitores,

A videira é a árvore que gera a uva, que é o ingrediente primordial para o vinho e em meu blog, eu procuro postar assuntos interessantes e de curiosidades pessoais, pois assim acho que será mais interessante para o leitor.

Tive a curiosidade de saber de onde primeiro apareceu a árvore videira em nosso planeta, até aonde vão os registros dessa árvore, pois a fabricação de vinho remonta a antiguidade da humanidade desde para consumos em refeições, nos grandes festivais da antiguidade, em cultos religiosos como a do pão e do vinho em homenagem ao deus Osíris, onde o pão significa o corpo de Osíris e o vinho o sangue (mais tarde teremos uma publicação sobre esse assunto).

Osiris
Cerimônia do pão e vinho ao deus Osíris

Mas, durante as minhas pesquisas encontrei um site onde especialistas sobre vinhos escreveram sobre a videira e por mais que eu me esforçasse não seria capaz de produzir um texto tão interessante, explicativo sobre a videira, então carinhosamente o site vinetowinecircle, me autorizou a publicar o maravilhoso texto deles, assim agradeço aqui publicamente.

Segundo o site especializado vine to wine circle,  a família das Vitáceas compreende dez gêneros de lianas tropicais, entre os quais o gênero Vitis Tourn., que inclui os subgêneros Muscadinia, representado por três espécies com 40 cromossomas, e Euvitis, de que se conhecem sessenta espécies com 38 cromossomas. As Vitáceas têm origem num passado muito anterior ao do Homem. O gênero tem sido citado, não sem reserva, desde perto do termo da Era Mesozóica, em fins do Cretácico superior, há cerca de 65 milhões de anos (Ma).

 

fócil videira
Fóssil de videira – Fonte vine to wine circle

A evolução foi condicionada por acontecimentos à escala planetária, relacionados com a tectónica das placas (que modificaram profundamente a geografia através dos tempos), com a gênese das cadeias de montanhas (barreiras orográficas que influenciaram a distribuição) e com flutuações das condições climáticas (responsáveis por avanços e recuos da área de distribuição).

*Nota: Eu não acredito na tectônica de placas, por evidências baseada na ciência. Quem ainda não conhece essa publicação, clique aqui.

Escasseiam os dados quanto aos últimos tempos do Cretácico europeu, correspondentes ao Maastrichtiano, idade de fósseis referidos como Vitis balbiana, representados em coleções que existiram na Sorbonne, em Paris. A pertença à Vitis não parece suficientemente comprovada.

Além disso, a análise antiga, mas exigente, de Schimper (1891: 578‑582) põe em causa macro‑restos do Cretácico atribuídos aos gêneros Cissus, Cissites e Ampelophyllum, visto serem possíveis confusões com outras famílias, por insuficiência do material disponível.

Para ler na íntegra esse excelente texto por especialistas em vinho, clique na logo do site abaixo.

vinewine
Confira aqui!

Pois é caro leitor, vale a pena conferir o link demarcado, pois trás informações muito interessantes sobre a história da videira, até com as glaciações.

Contam também sobre a expansão pelo mundo como:

“A expansão aproveitou condições climáticas favoráveis prevalecentes, subtropicais a tropicais, no imenso super‑continente que antecedeu a conclusão da abertura do Atlântico Norte. Estas possibilidades de expansão, que a Vitis pode ter aproveitado, foram claramente evidenciadas no que concerne a mamíferos. Com efeito, foram reconhecidos episódios de migração, em fins do Paleocénico e até ao Eocénico inferior, em parte sobreponíveis no tempo (Escarguel, 1999: 278):

1.º – ca. 56,5 Ma, a partir da Ásia para a Europa e América do Norte;

2.º – ca. 56 Ma, da América do Norte (e da Ásia?) para a Europa;

3.º – ca. 55,5 Ma, da Europa para a América do Norte (note‑se que a jazida de Silveirinha, sítio tratado a seguir, seria de ca. 54,1 Ma, de acordo com a metodologia seguida por este autor) (Escarguel, ibidem).

Entretanto, prosseguia a inexorável abertura do Atlântico. As comunicações terrestres com a «pré‑América do Norte» cessaram pouco depois.”

Ou seja, se você caro leitor é um apreciador de vinho, apreciador de história e gosta de uma boa curiosidade, vale muito a pena conferir o texto ORIGEM DA VIDEIRA do vine to wine circle.

Agradeço ao Sr. Jorge Böhm pela autorização de publicação.

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