A origem da Páscoa.

A tradicional festa da Páscoa é uma celebração Judaica, Cristã ou Pagã?

Bom, vamos começar pela origem do nome Páscoa, que vem do hebraico Pessach o que significa passagempassar por cima ou passar por alto, na qual não está ligada a saída do povo Judeu do Egito, mas sim o mito da praga dos primogênitos, aos quais “Deus” enviou uma praga para punir os primogênitos dos egípcios, e houve o livramento do povo Judeu dessa praga divina, assim essa comemoração judaica, tem origem no livramento concedido por “Deus” aos Judeus, razão pela qual levou o Faraó permitir a saída do povo Judeu.

A tradição da mitologia Cristã, é uma celebração da ressureição de Jesus o qual teria sido crucificado na sexta-feira (sexta-feira santa) e ressuscitado três dias após no domingo e assim na tradição da mitologia Cristã o domingo é considerado o dia do senhor (será explicado em uma nova publicação a origem Pagã do domingo e o culto ao deus Sol), no judaísmo o dia do senhor é o Sabbath. Assim, algumas vertentes do cristianismo acreditam que na sexta-feira santa não se pode consumir carne com sangue, pois esse mito se iniciou na idade média período de grande fortalecimento da igreja Cristã na qual eram bastantes comuns práticas de jejuar em datas religiosas. A proibição do consumo de carne vermelha então, seria uma forma de alusão ao sangue derramado por Jesus em sua crucificação para salvar a humanidade do pecado e assim, fazendo a abstinência desse alimento, os fiéis estariam unidos ao sacrifício de Jesus e a ao seu amor.

peixe

Era permitido então a substituição da carne vermelha pelo peixe, e esse foi o símbolo adotado pelos primeiros cristãos e a palavra em grego para peixe é Ichthys, na qual possuí as mesmas iniciais da expressão “Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador”.

peixe hebraico

De onde veio o mito do coelho da Páscoa e dos ovos?

Na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica, era venerada uma deusa chamada de Eostre ou Ostera (Alemão), que é a deusa da fertilidade, amor e do renascimento. Assim, na primavera no hemisfério norte, a lebre que era símbolo das aberturas de ciclos para os egípcios, estando assim relacionada com a renovação e o renascimento, abrindo um novo ciclo e desde os tempos mais antigos, as lebres e os coelhos eram vistos como símbolos da nova vida, devida a grande proliferação na primavera.

A Lebre é associada a deusa Eostre, sendo esse o animal que simbolizava a deusa em sua forma terrena. A lebre é um animal de hábitos noturnos e existe a crença que a imagem da lebre poderia ser vista na superfície da Lua. O culto a Eostre ainda é praticado pelos seguidores da tradição Celta e é celebrado no primeiro domingo depois da primeira lua cheia após o equinócio de primavera (entre 19 e 22 de março).

O nome dos padrões reconhecidos acima, chama-se pareidolia que é um fenômeno psicológico onde temos a tendência de reconhecer sons e fomas conhecidos onde eles não se encontram.

pareidolia

Clique aqui e assista ao vídeo sobre pareidolia.

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